Award Brasil

06/01/2018

{loadmodule mod_latestnewsenhanced,Notícias Home}Com mais de 25 anos de experiência na área fiscal e tributária em grandes empresas (nacionais e multinacionais), e principalmente hoje dirigindo uma empresa que presta serviços de Auditoria e Consultoria Tributária, percebo que os assuntos tributários ainda não são tratados como estratégicos dentro das organizações.

Diante do cenário complexo da legislação tributária e com a alta carga tributária existente no Brasil, as decisões sobre a governança tributária, deveria fazer parte nas decisões dos negócios, na elaboração dos orçamentos, etc., pois envolvem e afetam toda a cadeia produtiva (Produção, Suprimentos, Comercial, Logística, etc), independente do tamanho da organização.



Olhando para um cenário de incertezas (políticas), não observamos nenhuma reforma tributária, que vislumbre num curto espaço de tempo, aprimorar e/ou facilitar a vida das empresas e  empresários, com o intuito de tornar nossas empresas mais competitivas.

Portanto, não adianta apenas ficarmos reclamando do Governo, e como bem sabe o empresário brasileiro, o negócio é “arregaçar as mangas e seguir em frente”.

As empresas também deixam de ser competitivas pela falta de um bom gerenciamento de seu ativo tributário, compliance (que acaba acarretando autos de infrações), acompanhamento da legislação fiscal vigente. Aliás, a falta de conhecimento da legislação tributária por parte dos administradores também faz com que sejam efetuados maus planejamentos tributários e pagamentos indevidos e/ou a maior de impostos, acarretando a ineficiência no resultado da empresa.

Em grande parte, as empresas de grande portes acabam criando uma estrutura tributária com intuído de possuir uma governança corporativa mais ativa dentro das organizações, buscando com isso reduzir a carga tributária e os riscos inerentes às operações existentes.

 Com o aprimoramento do Fisco na busca e cruzamento das informações de diversos contribuintes, utilizando informações de diversas repartições (cartórios, cartões de crédito, bancos, planos de saúde, etc), cabe a cada empresário e organização estruturar suas informações contábeis e fiscais, de tal forma, que além de gerar informações adequadas e corretas ao Fisco, sirvam principalmente para a tomada de decisão de suas organizações.

 

Por Marcos Ribeiro - Diretor Tributário e Contábil da Award Brasil  

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